<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-32277140</id><updated>2009-02-21T00:34:07.137-08:00</updated><title type='text'>Jardim de Adônis</title><subtitle type='html'>Literatura, Textos, Fragmentos, outros ainda não catalogados.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25'/><author><name>wilson luques costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07979997514121202349</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>494</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32277140.post-116975260263985073</id><published>2007-01-25T11:00:00.000-08:00</published><updated>2007-01-25T11:54:33.250-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;PARABÉNS SAMPA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nunca gostei de rótulos. Mas não posso negar a influência que Sampa tem sobre mim. Escrevo aqui nesse blogue e escrevi dois livros que precisam ser revisados - e tudo é fruto de Sampa. Os meus textos saltam todo o plot em busca dessa loucura que é sampa. Meus textos parecem que estão sempre correndo de um lado pro outro. Transmutam, transmutam-se. É mudança radical a todo momento. É loucura. É fragmento. Oroboro. Já detestei essa cidade. Hoje a amo veementemente. Tenho a minha família aqui. Colegas. Saio pouco de sampa. E quando saio quero logo voltar. Não caibo. Só caibo aqui: em Sampa. Nesse ventre que me gerou. Onde muito chorei. Onde muito curti. Onde meus avós de Córdoba vieram aportar. Nesse porto de pedra. Onde meu pai sonhou um mundo melhor lá de Lençóis - na Chapada Diamantina. Aqui tive o meu primeiro amor de minha vida. Tive outros amores algozes também. Tenho a minha Raquel que amo. Aqui onde fiz quase todos os meus estudos. Quero para sempre vicejar nesse mar de pedra de Sampa. Nesse cosmopolitismo sem fim. Onde todos os rios vêm desaguar. E que muitos, por outro lado, achincalham também. Amo essa cidade. E jamais a trocaria por nada dessa vida. Já sonhei com Nova Iorque, Frankfurt, Paris, Milão, Roma, Barcelona... Mas é aqui onde ancoro o meu delírio.Te amo Sampa. Você é tudo para mim. Amo a tua elegância. Amo a tua arrogância. E o teu assomo. Amo as tuas antenas. Esse turbilhão de vozes a espargir o teu canto. Amo o teu amplexo para com os sonhadores desafortunados que por aqui todos os dias chegam demandando as tuas riquezas. E tu sem seres insolente ainda os beija! Sampa! Cidade deslimítrofe. Sem sair daqui percorro o mundo. Sou um cidadão paulistano. Sou sim a tua arrogância e o teu assomo. Sou este teu amplexo. Aqui conheci, por ti, a língua dos helenos. E onde mais eu a conheceria? É aqui em teu mosteiro que o papa também virá se deitar. Hoje, Sampa, - oh, por favor, não me deixes - quero apenas curtir essa tua grande grande grande grandeza...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32277140-116975260263985073?l=wilsonluquescosta.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/feeds/116975260263985073/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=32277140&amp;postID=116975260263985073&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116975260263985073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116975260263985073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/2007/01/parabns-sampa-nunca-gostei-de-rtulos.html' title=''/><author><name>wilson luques costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07979997514121202349</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16270987666000294051'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32277140.post-116966670326763579</id><published>2007-01-24T11:14:00.000-08:00</published><updated>2007-01-24T11:32:11.050-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Ressentindo sem ressentimentos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ontem li um pequeno ensaio de Edward Said sobre os intelectuais. São 4, 5 ou 6 que compõem o livro. É da Cia das Letras. Traduzido pelo M. Hatoum. Gostei da leveza do ensaio. E concordo em gênero, número e grau no que ele diz. Estamos nos ressentindo de intelectuais desse naipe, que falam o que todos querem ouvir. Uma voz de passarinho. Li o ensaio em duas partes. A primeira foi logo após a programação da cultura que julguei boa ontem - (Um documentário sobre Barbosa Sobrinho, e lá vemos Hélio Fernandes, Montuello, Brizola e Darcy Ribeiro. Nunca li nada de Darcy Ribeiro. Tenho os seus dois livros ainda lá nas minhas estantes parados. Sei que tem gente do meio que desgosta um pouco dele. Eu só o conheci por entrevistas, e achava-o genial. Aquela coisa das mulheres, fugir do câncer para escrever um livro, as índias e esse ufanismo que de uma certa forma se faz necessário -- depois Hermínio Belo de Carvalho). A segunda foi para aplacar uma insônia lá pelas três e pouco de la matina. E não quero entrar aqui em maniqueísmos tolos. Precisamos antes ver as sínteses do que as contradições. Eu que tanto aqui falo nessa contradição do Paradoxo do Zero.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32277140-116966670326763579?l=wilsonluquescosta.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/feeds/116966670326763579/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=32277140&amp;postID=116966670326763579&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116966670326763579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116966670326763579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/2007/01/ressentindo-sem-ressentimentos-ontem.html' title=''/><author><name>wilson luques costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07979997514121202349</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16270987666000294051'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32277140.post-116964105568198733</id><published>2007-01-24T03:55:00.000-08:00</published><updated>2007-01-24T04:41:24.383-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;PEQUENA NOTA SOBRE FICHTE&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Vou aqui fazer uma pequena tentativa de diálogo com Fichte. Não tenho o livro em outra língua. Tenho a edição dos Pensadores, e acredito que esteja bem traduzido. Não sei se conseguiria também ler alemão. Acho que não. Nem com um dicionário. Mas vou procurar encontrar o texto. Não vou dizer que comecei a ler o livro em uma forma linear. Não! Li uma pequena introdução. Depois pulei para o que me interessa no momento. Muitos acham Fichte difícil. É difícil para quem não está acostumado com conceitos primários da lógica. Acho até um pouco chato. Há uma diferença entre chato e difícil. Vou direto na página 27 sobre &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;O CONCEITO DA DOUTRINA-DA-&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;CIÊNCIA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. Pensei em convidar algumas pessoas para lermos &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Fichte&lt;/span&gt; step by step longe da academia. Mas depois desisti. Fiz uma leitura bem superficial, enquanto assistia à televisão. Antes quero falar que, pelo que me parece, &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Fichte&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; tenta subsumir a lógica à Doutrina-da-Ciência. Mas vou ler com mais calma e com mais interesse, antes de me aventurar. Por hoje, vou me ater a um recorte da página 27 dos pensadores: &lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;´...A = A é sem dúvida uma proposição logicamente correta e, na medida em que o é, sua significação é a seguinte: se A está posto, então A está posto...´Agora irei saltar para a página 44 dos pensadores;´1) A proposição A é A (tanto quanto A = A , pois essa é a siginificação da cópula lógica) é aceita por todos e aliás, sem a mínima hesitação; é reconhecida como plenamente certa e estipulada. Se porém alguém exigisse uma prova dela, ninguém se aplicaria a uma tal prova, e sim afirmaria que essa proposição é certa, pura e simplesmente, isto é, sem nenhum outro fundamento; e ao fazê-lo, sem dúvida com assentimento geral, está conferindo a si a faculdade de pôr algo pura e simplesmente.´&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; Faço notar que coloco o &lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Paradoxo do Zero&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; em colisão ao que diz Fichte acima. Noto que se se fizer a ressalva no &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;PI&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, por conta da insuficiência da aritmética em justificar por que 1 x 0 = 0 --- Fichte estará em xeque em sua argumentação e todo o sistema superveniente fadado ao fracasso. Já fiz aqui também nesse blogue a distinção que penso existir entre &lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;A = A&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;A é A&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;. Por ora não me estenderei mas vejo fissuras alarmantes na sistematização de sua Doutrina-da-Ciência. Como digo: O PZ é um problema em si e tangencia outros sistemas. É, na verdade, como em belo jogo de xadrez. E eu que jamais joguei xadrez nem coloquei um rei ou´ma rainha em aporia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32277140-116964105568198733?l=wilsonluquescosta.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/feeds/116964105568198733/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=32277140&amp;postID=116964105568198733&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116964105568198733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116964105568198733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/2007/01/pequena-nota-sobre-fichte-vou-aqui.html' title=''/><author><name>wilson luques costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07979997514121202349</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16270987666000294051'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32277140.post-116956101229289376</id><published>2007-01-23T05:48:00.000-08:00</published><updated>2007-01-23T06:22:56.466-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Por conta de um pragmatismo que sempre abominei, terei que trancar matrícula na &lt;strong&gt;FSB&lt;/strong&gt;, porque irei fazer por esse mesmo pragmatismo o curso de filosofia em 10 meses em outra instituição, também católica. De uns tempos para cá passei por várias instituições católicas. As laicas foram poucas. E seriam meras coincidências? Passei pelos &lt;strong&gt;Salesianos&lt;/strong&gt;, passei pela &lt;strong&gt;USJT&lt;/strong&gt;, e antes já havia passado pela &lt;strong&gt;UMC &lt;/strong&gt;que é ou era de um padre, depois &lt;strong&gt;PUC-SP&lt;/strong&gt;, e de 2003 para cá &lt;strong&gt;mosteiro de São Bento&lt;/strong&gt; e agora uma outra instituição católica. Só a &lt;strong&gt;USP&lt;/strong&gt; parece-me laica. Isso mostra ainda um certo perfil medievalista no bom sentido do estudo. Pretendo continuar, se eu conseguir me diplomar em filosofia, os meus cursos livres na &lt;strong&gt;FSB&lt;/strong&gt;. É uma instituição que me agrada muito. Sinto-me feliz por lá. Ontem fui com a Raquel pegar o meu histórico escolar, onde consta a matéria de &lt;strong&gt;Lógica I e Filosofia da Ciência&lt;/strong&gt;. E foi surpresa para mim saber que fui o sexto colocado no seu vestibular de 2006. É como eu disse para a Raquel: ´também pudera, querida: eu e mais cinco concorrentes...rs...` E tenho dito...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32277140-116956101229289376?l=wilsonluquescosta.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/feeds/116956101229289376/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=32277140&amp;postID=116956101229289376&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116956101229289376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116956101229289376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/2007/01/por-conta-de-um-pragmatismo-que-sempre.html' title=''/><author><name>wilson luques costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07979997514121202349</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16270987666000294051'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32277140.post-116955885291680072</id><published>2007-01-23T05:07:00.000-08:00</published><updated>2007-01-24T11:13:45.086-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Como digo: sou um homem curioso. Mas não sou esse curioso por ser curioso. Mas não vejo nada contra também. Longe estou de querer salvar a humanidade. Leiam Shakespeare e irão entender. Nem sou mais aquele mitômano que vive dizendo que o mundo é uma merda e que esses burgueses só querem saber de si -- enquanto vou à europa com o meu jatinho ou que esses escritores também burgueses dessa indústria cutural desprezam-nos (nós pobres coitados - escritores unde - que vivemos da subsistência de uns mecenas toscos e que o nosso ideário é a sarjeta e a rejeição do mundo e que advogamos somente os nossos livros nos sebos ou jogados às traças). Gosto de estudar e vejo e leio qualquer coisa. Leio de Drauzio Varella a Said, de Budismo a Foucault. E não venha o senhor me perguntar se assimilei alguma coisa... Não, meu senhor, não assimilei nada. Continuarei sim errando pelos meus caminhos. O que aprendi da vida, nos livros? Não sei! Juro ao senhor que não sei... Se tenho em casa livros para ostentar... Sim, e por que motivo eu não os teria? Tenho e creio que nunca os lerei... Deixo-os perdidos junto aos meus bricabraques para o meu deleite. Bricabraques! Ah, sim, senhor, creio que aprendi essa palavra... Posto já ser alguma coisa... Não senhor, denego em seguir os teus conselhos, Conselheiro Acácio (que também busquei em teus livros) -- quanto ao senhor, jovem poeta e escritor reconhecido, apraz-me tão somente o interesse pelo desconhecido... Ficarei por ora, se me permites, com aqueles velhos livros ali daquela minha velha estante...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32277140-116955885291680072?l=wilsonluquescosta.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/feeds/116955885291680072/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=32277140&amp;postID=116955885291680072&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116955885291680072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116955885291680072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/2007/01/como-digo-sou-um-homem-curioso.html' title=''/><author><name>wilson luques costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07979997514121202349</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16270987666000294051'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32277140.post-116955459636708155</id><published>2007-01-23T04:12:00.000-08:00</published><updated>2007-01-23T04:16:36.373-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Trabalho-Libelo naPUC-SP- Profa.Jeanne Marie Gagnebin - Nota: ZERO  &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;‘Ó GRANDE DEUS, LIVRAI-ME DOS HIPÓCRITAS!’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘Eles me vaiam, mas eu me aplaudo&lt;/strong&gt;!’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;“Enquanto se rebela esteticamente contra o estreito método de não deixar nada fora, o ensaio obedece a um motivo de ordem epistemológica ( erkenntniskritisch) . A concepção romântica do fragmento – como uma formação nem completa nem exaustiva do tema, mas que através de auto-reflexão vai avançando até o infinito – defende esse tema antiidealista no próprio seio do idealismo. Também no modo de expor, o ensaio não deve fazer como se ele tivesse deduzido o objeto e que dele nada mais restaria a dizer. É inerente à forma do ensaio a sua própria relativização: ela precisa compor-se de tal modo como se, a todo momento, pudesse interromper-se. Ele pensa aos solavancos e aos pedaços (er denkt in Brüchen), assim como a realidade é descontínua (brüchig); encontra a sua unidade através de rupturas (Brüche) e não à medida que as escamoteia (alisa: glättet). A unanimidade da ordem lógica engana quanto à essência antagônica daquilo que recobre. A descontinuidade é essencial ao ensaio; seu assunto é sempre um conflito suspenso.”  (“O Ensaio como Forma” Adorno, Sociologia, org. G. Cohn, Trad. R..Fl. KOTHE, Col. ‘Grandes Cientistas Sociais”, Editora Ática, 1986, São Paulo, p.180).                                  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                         &lt;br /&gt; Foi partindo, talvez, de um paradoxo, que eu me sento à escrivaninha e assento também os meus dois pés no chão e enceto, ou melhor, tento encetar uma reflexão acerca do que se possa chamar trabalho escolar ou pequena monografia. Isso, sem dúvida, coloca-me numa aporia sem precedentes, conquanto sabemos que uma aporia se dá menos numa escolha do sujeito diante de um objeto, que as aporias clássicas que algumas já conhecemos sobejamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Sugestões de trabalhos de fim de semestre, apontam-nos sempre alguns caminhos, sendo forçoso, pois, ter que fazer uma escolha entre esses quatro caminhos aqui, agora, apresentados, porquanto um possível descaminhar poderá levar-me a um abismo (Abgrund) acadêmico. Ou seja:  ter  que escolher e iniciar uma reflexão e tentar analisar, perquirir conceitos, metáforas e idéias principais. O que confesso não ser tarefa fácil. Sobretudo para mim, que sempre me vi nos descaminhos da escrita. E vi (uma ingenuidade minha?) na Escola de Frankfurt um colo. Um colo de Deus, como diria Nietzsche. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que, efetivamente, me faz soçobrar é menos essa incursão,  embora sabendo não ser fácil, e mais tentar encontrar um Umweg, uma trilha por onde não me perder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desviar-me sem ser atropelado por uma avaliação mais rigorosa, que se prestasse ao método, à totalidade, ou o que poderemos denominar de um faro norteador, que tenta não se colocar como farol. Por isso vou fragmentando o meu espírito (Geist) nessas contradições. Escrever sobre o ensaio, mas não um ensaio; escrever sobre o fragmento, mas não escrever um fragmento; não me atribuir de qualquer método. Mas como, se todo método é caminho e caminho conduz-nos invariavelmente a qualquer ponto? E ainda assim trilhar seguro na nevasca que me impede de saber qual o farol que me espera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ir tateando, desviando dos atropelos da história, da coisa arraigada, sagrada e consagrada. Não usar frases desgastadas: ‘notadamente’, ‘o fator precípuo’, ‘com efeito’, ‘de maneira que’, ‘absolutamente necessário’ e por aí vai e não me desgastar também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manter-me inteiriço, porque um fragmento de mim, um fragmento de meu pensamento, não serviria absolutamente para nada, porque não chancelado por aquilo que a Escola de Frankfurt disse sempre abominar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não podendo de forma alguma preterir, protelar, prescindir de uma luz. Refletir cartesianamente? Ter os meus achaques intelectuais? Perfilar pelo meu suposto saber ‘enciclopédico’? Ou resistir? Comportar-me sempre como antítese?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não uma antítese-potência que se quer ato; uma antítese-antítese que quer permanecer antítese tão somente. Uma antítese suspensa, fluida, relativizada. Dar os saltos feito um saltimbanco?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Solavancar, não tendo como ponto de apoio nem a alavanca de Arquimedes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saltar no abismo, mas não cair no abismo. Ignorar o faro e o farol que me apontam um caminho (ódos). Passar o sinal vermelho? Ou um sinal amarelo? Pensar aos saltos? Opor-me ao meu pensamento? Fazê-lo uma mercadoria? Uma moeda não se dá somente nas formas de notas metálicas ou ações, uma nota é uma debênture, e o meu pensamento sob o jugo e o meu pensamento no embate entre mercadoria ou não. Resistir ao ponto de equilíbrio e defenestrar a totalidade de um título?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixar de ser um barão pós-moderno? Um marquês do saber especializado? Um conde da especialização? Mas não seria tudo isso um mito de Tântalo? Seria perigoso inverter o mito de Tântalo? Afastar-me da água e dos manjares dos deuses?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos solavancos que dou, tento recuar, pondero, reflito, mas as palavras vão saltando antes desse meu salto suicida. As palavras pensam antes de eu pensar. E as palavras vão saltando como fragmentos, e fazem-me lembrar de idéias que a priori eu concordo, mas que as vejo somente e particularmente como a priori. Dá vontade de parar. Por que seguir se não há uma totalidade? Contentar-me com esse teco de pensar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a fragmentação também fragmenta, para quem está acostumado com uma música canônica ocidental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um serrote de Tom Zé fere os ouvidos, como um Pierrô Lunaire de Schönberg.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quem terá ouvidos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo os propugnadores, na certa, olvidarão tal fato e, como Ulisses, recorrerão aos tampa-tímpanos. Ouvir uma música incidental, dissonante, não é salutar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só haveria vida no nómos ocidental?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só gostamos da música que conhecemos. É imperioso só tocar no toca-disco a cantilena que já vimos ouvindo. Não estamos dispostos a uma des-enarmonia. Toquemos para os músicos de plantão. Façamos a duração das notas: semibreve, mínima, semínimas, colcheia. O contraponto é perigoso. Requer-se uma melodia, um ritmo, um compasso. Um acidente sempre será perigoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não há regra, tudo é permitido. Pensamento sistemático, palavras de dúbio sentido. Seria como aquela expressão sobre Deus? Se não há Deus..... Mas se chego e paro: seria o fim ou uma estada? Um desencontro? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como aqueles tropeiros-trôpegos que descansam os seus ginetes para se perderem mais à frente? Seria esse trabalho uma forma modesta? Seria possível estancar o perene momento? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paro e penso. Sinto-me burlesco. As primeiras bridas ninguém quer quebrá-las. Discuti-las sim, até a sua exaustão. Mas não ousemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ousemos somente até onde for permitido. Onde é permitido, é onde não me revolto: dentro dos quadrantes da permissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falemos do que quisermos, desde que falemos com um certo pudor, um certo requinte. Poderemos ser díspares em nossos pensamentos; mas que obedeçamos às regras. O estabelecido. O fundamentado, mesmo que eu apregoe um des-fundamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz-se mister um Grundprinzip? Inserções de notas periféricas? E se não o fizer? Fundamentar o princípio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gargarejar com cepacol na boca e as cerdas das cordas vocais bem arejar com citações em grego, alemão, inglês (piegas)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que ninguém nos flagre!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inventar uma nova forma; uma forma idealizada tão somente, fazer uma crítica aos sistemas totalitários, mas sem se afastar das colunas bem erigidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o discurso, retornemos todos, educadamente, aos nossos lares; obedientes e servis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estanco!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E corro com medo de encontrar aquele velho senhor, porque aquele senhor desferiria aquelas palavras impetuosas. E eu não quereria ouvi-las, porque não saberia responder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou saberia? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ora, ora, meu caro! O senhor! Aqui!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sim, estou aqui...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um local mal afamado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;que eu saiba.....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um homem que sorve essências, que se alimenta de ambrosia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;não de maneira alguma...permita-me...sinto-me bem aqui... apenas o senhor me reconheceu...além disso apraz-me o pensamento....de resto...entedia-me a dignidade....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Sim...sim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sinto-me bem aqui...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas vejo o abismo....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;seria o colo de Deus? mesmo assim julgo menos desagradável perder minhas insígnias...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso será burlesco...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mas antes quero ouvir Pierrô Lunaire...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, o fascista considera de seu direito vingar-se nos diferentes, pois jamais pode admitir a sua própria fraqueza...a formulação Dialética negativa é um atentado contra a tradição...as formulações frankfurtianas representam a subversão do sentido consagrado da filosofia...invertem o hegelianismo...o ensaio não compartilha a regra do jogo da ciência e da teoria organizadas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;não dá mais para reaquecer as auréolas...a indústria cultural reproduz falsas auras...a arte como atividade lúdica e experimentação...a vida justa só pode ser socialmente justa...deixemos, meu caro senhor de totalidades...deixemos....estanco no Umweg...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia:&lt;br /&gt;Livros, a vida, a dor, a esperança, conversas de bar,&lt;br /&gt;leituras, aulas , pensar, pensar, a vida....a vida....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pontifícia Universidade Católica de São Paulo&lt;br /&gt;Programa de Pós-Graduação em Filosofia – Mestrado&lt;br /&gt;Disciplina: Filosofia das Ciências Humanas II&lt;br /&gt;Profa. Dra. Jeanne Marie Gagnebin&lt;br /&gt;Mestrando: Wilson Luques Costa&lt;br /&gt;sampa/primavera2003&lt;br /&gt;30/10/2003&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32277140-116955459636708155?l=wilsonluquescosta.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/feeds/116955459636708155/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=32277140&amp;postID=116955459636708155&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116955459636708155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116955459636708155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/2007/01/trabalho-libelo-napuc-sp-profa.html' title=''/><author><name>wilson luques costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07979997514121202349</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16270987666000294051'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32277140.post-116947465597852034</id><published>2007-01-22T05:44:00.000-08:00</published><updated>2007-01-23T04:56:45.163-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Livros são recortes. Registros mais ou menos importantes ou não de um autor- consagrados por ele mesmo, pela sua editora, ou pelos seus amigos ou nem consagrados por ninguém. Mas não deixam de ser livros, porque estão numa essência que lhes denotam as características-essências (ousías) de um livro. Livro até agora ( porque também está mudando) é mormente constituído de papéis, páginas e textos. Muitos, depois da era Joyceana, nem isso. Houve também os palimpsestos, pergaminhos e outros. Um livro pode ter somente palavras sem nenhum significado (?), pode também ter um arrazoado de intenções ou poemas - pode ser uma coletânea de rascunhos que se adensam em forma de livros. Um livro de &lt;strong&gt;Arnaldo Antunes&lt;/strong&gt; pode ser diferente de um livro de &lt;strong&gt;Ferreira Gullar&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;Murilo Mendes&lt;/strong&gt;, como um livro de Murilo Mendes mais diferente de um outro, e esse outro diferente de outro e outro, embora livros. Livro é às vezes menos literatura e mais artes plásticas. Os textos podem ser - e por que não - suportes, continentes, e não conteúdos. É preciso notar também que como o conceito invadiu as artes plásticas e a filosofia a literatura -- a literatura também sofreu esse tipo de entropia. Os textos sendo suportes de intenções estéticas. O que ocorre no entanto é que vemos e vimos o livro como auto-ajuda. É evidente também que toda proposta estética tem lá o seu &lt;em&gt;télos.&lt;/em&gt; Mas isso não quer dizer que nos textos você poderá sempre e sempre encontrar o seu &lt;em&gt;fármacon.&lt;/em&gt; Eu, por exemplo, tenho livros em casa como se fossem verdadeiros quadros. Deixo-os num lugar privilegiado em minha estante. Na verdade, não estou cultuando o que ali está escrito. Cultuo menos o autor epigrafado. Cultuo, outrossim, o ilustrador incógnito. O problema, a meu ver, é vermos, apesar de abominarmos essa conceituação, os livros como auto ajuda. Como algo panacéico. Algo que transmutará as nossas vidas nas primeiras dez linhas. Um livro pode ter infindas leituras. Infindas propostas. Nem sempre atrás de um escritor está um escritor verdadeiro. Um livro pode ser uma obra de arte. Pode ser um novo tipo de instalação. E esse museu pode ser sim a sua própria casa. Sempre me recordo de um frase minha, quando me perguntavam se um livro poderia mudar o mundo -- e eu sempre respondia: ´Claro que pode, é só você colocar uma bomba de nitroglicerina dentro.` Um livro antes de tentar mudar o leitor deveria se perguntar para que ele mesmo veio... Às vezes, veio mesmo para nada... É só você ler a maioria dos livros nas estantes de sua biblioteca ou dos seus alfarrábios...E tenho dito...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32277140-116947465597852034?l=wilsonluquescosta.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/feeds/116947465597852034/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=32277140&amp;postID=116947465597852034&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116947465597852034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116947465597852034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/2007/01/livros-so-recortes.html' title=''/><author><name>wilson luques costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07979997514121202349</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16270987666000294051'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32277140.post-116939097631368233</id><published>2007-01-21T06:23:00.000-08:00</published><updated>2007-01-21T07:04:33.983-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;O HOMEM CURIOSO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Estou voltando aos braços da minha curiosidade. Tenho me enfronhado novamente no meu quarto com um monte de livros. Logo agora que a casa passou por uma reforma. Graças ao empenho feminino de minha irmã e minha mãe. Levo uma gama de livros e fico perdido. Nem sempre leio tudo. Minha mochila até estourou ontem. Estou aqui na Raquel e tem lá na mochila um &lt;strong&gt;Freud&lt;/strong&gt; (iniciação) falando de sonhos, pesadelos, neuroses ( iniciação apenas - longe daquelas fabulações acadêmicas - procurar compreender somente - um de &lt;strong&gt;Jung&lt;/strong&gt; - opúsculo que li muitas vezes, mas que é um sumário bem legal -- um sobre o cérebro desses de liqüidação que paguei se muito 10 contos - mas que explica todo o funcionamento do cérebro - só que esse ainda não iniciei). Só ontem cheguei a ler um dos primeiros passos do &lt;strong&gt;Rubem Alves&lt;/strong&gt; sobre religião - de lá pulei pro &lt;strong&gt;Durkheim&lt;/strong&gt; - que fico em dúvida quanto à pronúncia - pois não é alemão, mas francês - li sobre a religião - outro do &lt;strong&gt;Antonio Cândido&lt;/strong&gt; sobre a nossa formação na literatura - não li tudo evidentemente - mas estão lá no meu quarto me aguardando - andei lendo esses dias também sobre economia - aluma coisa apenas e de um que gosto - talvez por ser aquariano como eu: &lt;strong&gt;Schumpeter&lt;/strong&gt;. Mas diz coisas legais. Vou direto no dicionário que adquiri há muitos anos. Estou querendo entender a mente humana. Suas vertigens, obsessões. É incrível como a religião é um pouco inconsistente, se levarmos a fundo. Mas não é por isso que não vamos crer. Ontem no livro do &lt;strong&gt;Rubem Alves&lt;/strong&gt; li aquela famosa frase do &lt;strong&gt;Hume &lt;/strong&gt;que não julga nada de valor se não for lógico-matemático. Mas ninguém liga pra isso. Faço nos meus livros coisa que não se deve fazer: dialogo com os livros, anoto, risco. Hoje mesmo li um capítulo sobre o que pensa &lt;strong&gt;Freud&lt;/strong&gt; sobre os pesadelos, e o livro todo sublinhado e datado: tal e tal de 1992. Amanhã, vou tirar xerox de um capítulo de &lt;strong&gt;Fichte&lt;/strong&gt; dos pensadores no qual aborda sobre o &lt;strong&gt;Princípio da&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Identidade&lt;/strong&gt;. Tive algumas aulas na &lt;strong&gt;PUC&lt;/strong&gt;, mas não conheço tão bem assim &lt;strong&gt;Fichte&lt;/strong&gt;. Prefiro tirar xerox, porque vou lendo e riscando. É incrível como estou adquirindo esse hábito tosco. Talvez por influência das universidades e do curso de grego, onde acompanhávamos a tradução do professor pelas xeroxes. Depois da leitura desse capítulo de &lt;strong&gt;Fichte&lt;/strong&gt;, irei escrever alguam coisa aqui nesse blogue, dialogando sobre o que penso com o &lt;strong&gt;PZ.&lt;/strong&gt; Como não sei se ainda escreverei um opúsculo ou não, vou fazendo as minhas anotações --- pequenos ensaios, que um dia eu talvez reúna. Mas como ninguém se interessa. Escrevo para quem se interessar daqui uns anos. Uma coisa acontece comigo: quando escrevo, emagino escrevendo para alguém daqui uns 5o ou 100 anos. Vou registrando para esse suposto meu leitor do futuro --- que espero que seja tão e quanto curioso como eu, que procure se interessar por tudo -- mesmo por um reles teclador como eu. Não é menos incrível o meu regozijo em não ser lido pelos contemporâneos também, isso me livra de certas censuras, maneiras de evitar adversários. Só acredito no homem que escreve para ninguém -- que faça um trato somente com a sua livre e indesejável consciência. E tenho dito...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32277140-116939097631368233?l=wilsonluquescosta.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/feeds/116939097631368233/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=32277140&amp;postID=116939097631368233&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116939097631368233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116939097631368233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/2007/01/o-homem-curioso-estou-voltando-aos.html' title=''/><author><name>wilson luques costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07979997514121202349</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16270987666000294051'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32277140.post-116930156431916944</id><published>2007-01-20T05:53:00.000-08:00</published><updated>2007-01-20T06:49:13.253-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Tenho muita dificuldade, por mais que eu tente, em crer. Mas, por outro lado, não suporto não crer. Não me apraz a descrença. O problema é que sou cético interiormente. Isso porque as coisas vêm do homem. É como disse-me ontem um rapaz estudioso de religião: estudar demais não é bom, porque acaba quase que eliminando o sagrado. A crença seria como um tipo de ´ignorância salutar.´ Estive lendo um pouco sobre religiões, e elas falam da hierofania. Mas a hierofania numa análise filosófica, acabaria incidindo em discussões metafísicas profundas. A cultura do homem pode passar como entrave à fé. Acreditar é não questionar. É acreditar e fim. E é o que estou atualmente tentanto fazer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32277140-116930156431916944?l=wilsonluquescosta.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/feeds/116930156431916944/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=32277140&amp;postID=116930156431916944&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116930156431916944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116930156431916944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/2007/01/tenho-muita-dificuldade-por-mais-que.html' title=''/><author><name>wilson luques costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07979997514121202349</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16270987666000294051'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32277140.post-116930094115710312</id><published>2007-01-20T05:37:00.000-08:00</published><updated>2007-01-20T05:52:37.330-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Temos que encarar de frente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Na verdade o homem tem medo, porque não consegue dominar o aleatório. Por isso subjaz o embate entre ciência e religião. A religião surge onde a ciência fracassa e vice-versa. Quando o homem conseguir dominar todo o sistema onde estará inserido, ele não terá mais razão para crer. A religião sempre dominará, enquanto a ciência não conseguir sistematizar a totalidade do mundo: seus eventos futuros e suas idiossincrasias. Se querem um exemplo: atentem para o triste episódio do metrô. Quando aquela senhora -que infelizmente veio a falecer - iria supor que estaria fadada ao seu destino? Foi o imponderável (o aleatório) que a venceu. Que costumamos denominar de destino. Não conheço nada de física quântica, mas vou procurar entender um pouco. Se fôssemos analisar como num jogo de xadrez todas as possibilidades do dia -- nem um bunker nós montaríamos. A vida só é possível graças ao esquecimento. E é engraçado como nesse mundo neo ou pós-moderno valorizamos em demasia a nossa memória. Ás vezes penso: será que não seria melhor se fôssemos mais esquecediços? Mas viver sem memória também seria, a meu ver, o maior dos fracassos...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32277140-116930094115710312?l=wilsonluquescosta.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/feeds/116930094115710312/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=32277140&amp;postID=116930094115710312&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116930094115710312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116930094115710312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/2007/01/temos-que-encarar-de-frente-na-verdade.html' title=''/><author><name>wilson luques costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07979997514121202349</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16270987666000294051'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32277140.post-116929964524069408</id><published>2007-01-20T05:14:00.000-08:00</published><updated>2007-01-20T05:35:13.920-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Por que o homem necessita simbolizar as coisas? Essa pergunta não sou eu só quem faço... Muitos já a fizeram, e Camus também a fez, parece-me, e de maneira bem literária. Criamos aquilo que chamamos de cultura. E isso é bom. Mas é ruim também. Quando criamos cultura, estamos de certo modo, contrariando a physis. Estamos querendo criar uma outra estética que se pretende diferente da que recebemos e mais divina. Naquilo que consideramos como avanço, avançamos;- mas também por outro lado retrocedemos. O problema da simbolização é que ela ganha contornos que fogem ao nosso controle. Perde, quero dizer, a essência primeira de quem a criou. Isso incide de uma certa forma em problemas semânticos. Por que o homem cria a religião, os mitos...? Por que cria forças externas à sua própria força, que a natureza lhe deu? O homem tem medo! Dizem que o homem é o único ser que tem consciência da sua morte, do seu fim, de sua efemeridade... A linguagem muito tem nos ajudado, mas se prestarmos também a atenção, veremos que a linguagem em muito também contribuiu para o desentendimento dos homens. Comemos, evidentemente, melhor. Dormimos melhor. Casamos melhor. Dilatamos mais o período de vida. O problema é saber, por que o homem tem medo? O medo do homem gerou, de uma certa forma, aquilo que chamamos de cultura. Se não fosse o medo, ainda estaríamos comendo uns aos outros, como faziam, parece-me, os tupinambás. Sem o medo não teríamos internet, televisão etc... Mas não teríamos também essa coisa que se chama medo... Como me disse um colega por aí: o medo cria, mas também destrói... Mas a pergunta é: por que tememos o desconhecido? Ah, como seria bom, se pudéssemos ser privados de certos pensamentos... Ser um beija-flor na floresta do medo...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32277140-116929964524069408?l=wilsonluquescosta.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/feeds/116929964524069408/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=32277140&amp;postID=116929964524069408&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116929964524069408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116929964524069408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/2007/01/por-que-o-homem-necessita-simbolizar.html' title=''/><author><name>wilson luques costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07979997514121202349</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16270987666000294051'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32277140.post-116923475229694215</id><published>2007-01-19T10:57:00.000-08:00</published><updated>2007-01-20T04:40:15.546-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;De perto ninguém é mesmo normal - semiótica, as minhas manias e os símbolos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Hoje fui levar a minha mãe no servidor público. São as famosas dores que vão nos prostrando e que vão um dia sumir e que por fim fincam raízes. Eu também estou precisando ir ao médico. Mas protelo, protelo. Lembro-me daquela máxima que diz: ´estou morrendo mais rapidamente com a ajuda de meus médicos.´Mas não é isso: é o temor, talvez, de se descobrir fadado a alguma doença mais séria. E nessa minha idade, tudo, tudo é possível. Vivemos no fio da navalha. Mas temos que aprender a encarar. Pelo menos é isso que todos os manuais nos ensinam. Desde Marco Aurélio, Schopenhauer, Bobbio e Sêneca. Mas eu confesso que tenho sido reticente quanto a isso. E quanto aos médicos, acho bem melhor louvá-los do que descartá-los. De uns anos para cá, venho fazendo uso de agendas -- nas quais faço as minhas anotações para pagamentos de parcelas, bem como anotações de estudos, efemérides de parentes e amigos - o que aliás vem diminuindo - e pequenos problemas, sintomas, comigo ou com algum parente. E venho percebendo que janeiro é um mês meio desencadeador de sintomas depressivos. Eu mesmo não tenho parada. Vejo um dvd, vou para a internet, tento ler um pouco, andar -- mas sinto-me um pouco down. Não sei se é só comigo. Hoje mesmo no servidor vi novamente inúmeras pessoas com problemas. Vi uma negra belíssima com transtornos psiquiátricos - (consoante o seu marido -- um cara inteligentíssimo, autodidata da história das religiões e história geral, um rapaz que você vendo de primeira você não acredita)... O ser humano é muito confuso mesmo. Eu mesmo que me julgo um cara supernormal, apesar de arrogar aqui nesse blog, às vezes, perco o controle sobre a minha mente. Perder controle é não dominar símbolos, associações -- que vão gerando certos medos, descontroles, paúras... Mas não é esse medo do valentão aí. Nada contra ninguém... Não!... Ficamos estudando muito filosofia, artes, etc --- mas nos esquecemos -- pelo que me parece -- de estudar a mente humana. Eu com a ajuda da Raquel estou tentando apreciar o budismo - mais precisamente o budismo que a Raquel vem seguindo. Mas estou no começo. E estou ainda um pouco perdido, num sincretismo que me foge, misturando budismo com cristianismo Sempre fui um cara muito confuso com as religiões. Nasci numa família de católicos não praticantes. Já cheguei, na minha juventude, a negar o catolicismo -- mas sempre respeitei Jesus Cristo. E não me perguntem por quê... Depois que me separei então o respeito aguçou-se e foi uma mistura de niilismo com crença que me deixava desnorteado mesmo. Namorei também uma carola. E em casa há inúmeras imagens de Jesus. Inclusive no meu quarto. Mas não rezo o pai-nosso. Só faço o sinal da cruz. Todavia tenho uma relação mórbida com os símbolos cristãos, que invariavelmente me ocorrem mais nos pesadelos. Por exemplo: não posso ver ataúdes (veja que até deneguei o nome mais popular), flores, coroas, cruz, cores roxas e amarelas. Parece-me que tudo isso levar-me-á a maus presságios. Faço associações simbólicas que vão me deixando exasperado, confuso e perdido. Tento me livrar e a coisa enlouquece. Sei que tudo isso poderá ser sintomas patológicos de alguma enfermidade. Já li alguma coisa a respeito. Mas o problema da mente é que não é igual a uma doença do corpo. Por exemplo: levo uma vida supernormal. Sou meio tímido para quem não me conhece. Mas sou muito alegre e engraçado. Pra você ter uma idéia, danço, quando estou com a Raquel, aqueles forrós, samba. Sou muito brincalhão mesmo. Mas são bem distintas, creio, as enfermidades entre psiché e soma. A dor da alma é uma dor mais metaforizada. Que apavora! Sabe aquele soneto do Augusto dos Anjos cristalizado? É uma dor menos dolorida no sentido real da dor. Por isso recusamos em aceitar que estamos enfermos naquele sentido em que estamos acostumados. Houve uma época em que cheguei a ler um pouco de Foucault e Guatari -- muito pouco mesmo. E até que concordava com eles a respeito da loucura -- que em grego é mania. Mas hoje vejo que não é somente o sistema político e a sociedade que forjam aqueles que são chamados de &lt;em&gt;´loucos&lt;/em&gt;´por muito - que acho um exagero. Mas o que quero dizer é que é um problema de uma disfunção qualquer. Ou até metafísico-ontológico. É evidente que todos esses símbolos foram se construindo ao longo dos tempos. Mas por exemplo: associo caixão com morte. Se estou vendo Milton Neves, mudo de canal, quando começa no meu entender com aquela hybris toda - enterrando times, colegas. Creio que sistemas políticos quase nada teriam a ver com isso. Nem sei também se Foucault e Guatari pensavam assim. Não sei o que me levou ao medo exacerbado da morte, através desses símbolos. E é engraçado como o tema morte massificou-se. É só dar uma piscadela nos jornais, net, tv, ou outros suportes. Mas alguns símbolos, especialmente para mim, representam e de maneira nefasta essa morbidez lenta da minha alma que acabo de relatar. Com efeito, o homem doente da alma é doente aqui, nos EUA, Portugal, Espanha, Cuba ou Nicarágua. É um &lt;em&gt;nosotopos&lt;/em&gt; muito além de onde poderíamos supostamente imaginar... Por isso que sempre digo: por mais que eu viaje, nunca saio de mim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# É evidente que há uma conotação histórico-diacrônica. O que representa, na verdade, uma cruz para quem nunca viu uma cruz numa sociedade por nós desconhecida? Isso é apenas um relato das entranhas. E através desse relato, expondo e expondo-me, talvez eu consiga, por fim, me achar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32277140-116923475229694215?l=wilsonluquescosta.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/feeds/116923475229694215/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=32277140&amp;postID=116923475229694215&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116923475229694215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116923475229694215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/2007/01/de-perto-ningum-mesmo-normal-semitica.html' title=''/><author><name>wilson luques costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07979997514121202349</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16270987666000294051'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32277140.post-116914406699414672</id><published>2007-01-18T10:07:00.000-08:00</published><updated>2007-01-18T10:15:57.626-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Será que a demanda de um autor está na razão direta de sua morte? Fui demandar ontem na Livraria Cultura um dos dois livros de Bento Prado e já estava demandado. Li esse livro antes dessa edição no CCSP num domingo. Mas já não lembro mais nada. Aliás nem sei se bem o compreendi, quando de sua leitura. Ontem dei uma repassada sobre o que ele diz num ensaio sobre a filosofia brasileira. Pulei páginas, por isso não deu pra sacar de vez. Mas ele faz uma citação de macunaíma que é muito interessante. Vocês podem me achar arrogante e sou nesse exato momento, mas se a filosofia brasileira não se cuidar ela correrá o grande risco de, um dia, ainda, iniciar-se comigo. E aí adeus estudiosos da nossa filosofia brasileira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32277140-116914406699414672?l=wilsonluquescosta.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/feeds/116914406699414672/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=32277140&amp;postID=116914406699414672&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116914406699414672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116914406699414672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/2007/01/ser-que-demanda-de-um-autor-est-na.html' title=''/><author><name>wilson luques costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07979997514121202349</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16270987666000294051'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32277140.post-116914342277940144</id><published>2007-01-18T09:56:00.000-08:00</published><updated>2007-01-18T10:03:43.006-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;PZ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Passei hoje para dvd o cd que eu tinha guardado cá comigo sobre o fórum onde falei sobre o &lt;strong&gt;Paradoxo do Zero&lt;/strong&gt;. A imagem é bem ruim, tanto quanto o áudio. Fui falando com algumas anotações que eu havia feito. O assunto é muito longo. Ontem na fnac paulista estive com o colega &lt;strong&gt;Rui Alves&lt;/strong&gt; - vou encaminhar esse dvd para ele. Não está editado. Falo de Kant, Fichte, cito um ou outro. Mas não é para levar muito em considerção. O paradoxo é um problema em si que afeta vários conceitos. Citei menos para demonstrar uma erudição que não tenho, mas mais para tentar dialogar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32277140-116914342277940144?l=wilsonluquescosta.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/feeds/116914342277940144/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=32277140&amp;postID=116914342277940144&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116914342277940144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116914342277940144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/2007/01/pz-passei-hoje-para-dvd-o-cd-que-eu.html' title=''/><author><name>wilson luques costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07979997514121202349</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16270987666000294051'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32277140.post-116903664304021364</id><published>2007-01-17T03:41:00.000-08:00</published><updated>2007-01-17T05:18:19.253-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Bento Prado Junior - o filósofo que não encontrei&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sempre fui, desde garotinho, um cara meio curioso. Mas na minha infância meio introvertido. Por inúmeras razões que não cabem agora destacar. A própria etimologia da palavra infância, parece-me que já anuncia isso: aquele ser privado de fala. Embora muitas crianças e eu mesmo muitas vezes contrariamos esse conceito. Já me interessei por muita coisa. Quando jovem era apaixonado por futebol. Entendam aí futebol como um universal de tudo: Corinthians. Para mim, quando criança, não havia nada mais que o meu timão. E o meu humor era dirigido pelo motorneiro do meu time: se ganhava no sábado ou domingo, a minha segunda seria fabulosa; se perdia ou empatava --- oh segundas-feiras mais enfadonhas-fanhosas. O mesmo às quartas ou quintas. E era esse o meu mundo. Amava também jogar a minha pelada. Ficava sozinho abaixo daquele céu do equador tentando fazer as minhas embaixadas ou reiventando fintas diversas -- até que montasse um repertório. Depois quando cresci e descobri a curiosidade pela leitura - comecei a querer conhecer de tudo. E nada melhor para quem trabalhava numa seguradora reacionária do que dar um pulinho logo ali na Brasiliense. Ali li Kafka, Paulo Leminski, Alice Ruiz, Cacaso, vi Modesto Carone&lt;strong&gt;,&lt;/strong&gt; li a Náusea de Jean Paul Sartre, ouvi falar de Gramsci etc. De maneira que a minha curiosidade mudou. Trocando a bola pelo livro. Mas mesmo assim ainda batia lá as minhas peladas. E segui assim por assim dizer por um longo tempo como autodidata. O homem curioso. Lia filosofia menos como filosofia mais como literatura. E a cada dia era uma nova descoberta. Lembro-me até hoje quando li uma frase de Nietzsche ou quando um colega da USP falou-me de Nietzsche. Um tal de Marcos que sumiu. Lembro também quando num momento de tristeza e de solidão li na contra-capa dos pensadores de Nietzche aquilo que ele fala sobre os valores -- lembro-me ainda que eram mais ou menos umas cinco e pouca da tarde e mostrei-lhe ao então meu chefe do departamento de transportes - Ernesto - que era um chefe muito supimpa. Dali fui para Camus. Não sei se havia tido um contato antes. Comecei a comprar livros a granel. Além de me tornar um tipo também de ativista. Desencadeei juntamente com a minha colega Selma - que depois foi estudar no largo são francisco - a primeira greve do setor. Lutamos bravamente contra os pelegos. Entrei de cabeça naquilo tudo. Mas depois me afastei porque tinha sempre um daqueles que queria direcionar o nosso pensamento. De modo que a greve foi mais um tipo de curiosidade também. Depois de tanto protelar e não me interessar, fui forçado a me interessar pelo inglês que eu abominava, mais por conta da minha ojeriza de antanho pelos americanos. Matriculei-me na cultura inglesa, mas só fiquei por dois anos. Logo em seguida comprei desses: aprenda francês em vinte dias. E encetei de novo a curiosiar. Depois, sem nem ter aprendido o inglês e o francês, fui indo -- como se diz para outros vernáculos - mas tudo em frangalho. Cheguei a freqüentar sebos diariamente. Comecei também a freqüentar bibliotecas e centros culturais por todos os lugares que eu ia. O meu prazer sempre foi ser curioso. E foi por isso que no final da década de noventa me deu não sei por que uma comichão para estudar filosofia. Cheguei até a comentar com o meu amigo J Camelo Ponte: Ponte, estou com vontade de prestar vestibular lá na USP de filosofia. E ele respondeu-me assim como um tipo de pergunta: Mas, Wilson, você já não é formado em jornalismo? Respondi-lhe que sim - mas isso tinha sido em 1983 lá em Mogi e que eu não tinha ido lá retirar o meu diploma. Coisa que só fiz em 2000 por injunção da minha então namorada C.-- bibliotecária do Centro Cultural. Então o Camelo Ponte falou-me para largar a mão, pois a universidade necessitava de pessoas como eu e que eu poderia ir nos Salesianos&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;direto para o mestrado. Era só prestar um exame. Traduzir um texto em inglês e passar por uma entrevista. Coisa que pela minha inexperiência acadêmica fiz. Lembro que o entrevistado se entusiasmou muito comigo -- ou melhor: pelo meu autodidatismo. Mas fiquei só dois anos. Talvez um dia volte. E aí comentei de novo - enquanto fazíamos um curso de especialização a distância na USP - que queria fazer filosofia lá na própria USP. Na verdade, em tinha um gap comigo em rapport à USP e PUC. Tinha esses sonhos esconsos e precisava resolver. E por que isso? Porque quando lia ou ouvia Marilena Chaui, Olgário Matos, ou mesmo certos intelectuais ou filósofos nacionais ou internacionais --- eu julgava que aquele era o meu mundo. O meu mundo de verdade - de &lt;em&gt;aletheia &lt;/em&gt;-- sem &lt;em&gt;vanitas&lt;/em&gt; toscas -- só humildade. Por isso queria compartir com tudo aquilo. Até que fui para o mestrado da PUC-SP em filosofia. Já esgotei aqui e em outros lugares sobre isso, por isso não irei prosseguir. Mas agora vem-me à mente um frase que li já faz algum tempo pelas minhas andanças por aí&lt;em&gt;:´ Não queira conhecer os seus ídolos, você&lt;/em&gt; vai se frustrar`. Por isso guardo com a mais lídima pureza a imagem de &lt;strong&gt;Bento Prado Júnior -&lt;/strong&gt; homem que sempre me pareceu realmente avant e depois das letras... Os meus mais verdadeiros sentimentos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# Ontem no programa da tv cultura &lt;strong&gt;Planeta Cidade&lt;/strong&gt; reprisou Giannotti e Bento Prado na Biblioteca Municipal Mario de Andrade. Como dizia Cicero: &lt;em&gt;o rosto é a marca do homem&lt;/em&gt;. Acho que eu agora reinventei Cicero. Desculpe-me por esse meu desapego.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32277140-116903664304021364?l=wilsonluquescosta.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/feeds/116903664304021364/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=32277140&amp;postID=116903664304021364&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116903664304021364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116903664304021364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/2007/01/bento-prado-junior-o-filsofo-que-no.html' title=''/><author><name>wilson luques costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07979997514121202349</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16270987666000294051'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32277140.post-116897113264604256</id><published>2007-01-16T09:49:00.000-08:00</published><updated>2007-01-16T10:20:17.916-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Uma coisa de que sempre gostei foi música. Cresci ouvindo música na vila ré. Aliás o rádio ou o radinho de pilha sempre me pontificou. Ouvi com o meu tio Armando os jogos do Corinthians. E eu, juntamente com o meu tio Armando, era corintiano fanático. Sabia a escalação de cor. Meu pai por seu turno era e é são paulino. Um dia falo mais sobre o futebol. Hoje quero falar que ouvia as campeãs do Barros de Alencar aos sábados por causa da minha tia sueli - que se foi nesse último abril. Com a minha mãe ouvia Roberto Carlos, Wilson Simonal - que eu adorava - sem antes saber que era essa sumidade. Eu achava o cara cheio de elegância e balanço: ´Mamãe, papai não quer que eu suba no cajueiro...` -- ouvia também Benito de Paula, Paulo Diniz, Hildon, Tim Maia, Vanderléia, Martinha. Por conta ainda do meu tio Armando: Sérgio Reis, Os Vips, Renato e seus blues caps e muio mais... Já com meu pai, eu adorava ouvir um programa que se chamava &lt;strong&gt;Brasil Terra da Gente&lt;/strong&gt;. Foi lá que ouvi Dóris Monteiro, Cartola e ouvi falar da Lapa. Cheguei a conhecer aquelas marchas de carnaval: o magrinho elétrico. De modo que hoje vejo que eu estava inserido num mundo riquíssimo. Sem falar nos boleros de final de tarde do meu bisavô Francisco. Claro que cheguei a ouvir Chico Buarque, Caetano, Gil... Mas o contato direto veio no final da década de setenta. Nesse final de semana eu cheguei a mostar para a Raquel aquele disco antológico do Chico de capa vermelha de 1984. Na minha opinião é o melhor disco do chico que conheço. Fui aos poucos dscobrindo outros: Cidade Oculta de Arrigo Barnabé. Orestes Barbosa. Alguns Blues. Mas o meu negócio é música brasileira. Numa determinada época, ouvi muito Stravinski, Milhaud, Beehoven, Bach -- ´Schönberg - Pierrô Lunaire, João Giberto, Tom Zé. Gostei muito numa época também de Raul Seixas e por que não dizer de Paulo Coelho -- porque é o autor da maioria de suas letras. Gostei muito e muito também do Caetano Veloso. De todos não sei se pagaria por um show. Talvez Cartola ou Nelson Cavaquinho. Mas todos têm o meu respeito. Esqueci de citar vários, dentre os quais Djavan, Francis Hime, Macalé, Fundo de Quintal, Beth Carvalho, Almir Guineto. Todos tiveram o seu momento na minha vida e sempre terão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32277140-116897113264604256?l=wilsonluquescosta.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/feeds/116897113264604256/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=32277140&amp;postID=116897113264604256&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116897113264604256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116897113264604256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/2007/01/uma-coisa-de-que-sempre-gostei-foi.html' title=''/><author><name>wilson luques costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07979997514121202349</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16270987666000294051'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32277140.post-116895380791432985</id><published>2007-01-16T05:21:00.000-08:00</published><updated>2007-01-16T05:43:56.133-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Máxima ou Mínima&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Serei sempre &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;pessimista &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;com o passado &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;e otimista com&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;futuro. &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32277140-116895380791432985?l=wilsonluquescosta.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/feeds/116895380791432985/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=32277140&amp;postID=116895380791432985&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116895380791432985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116895380791432985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/2007/01/mxima-ou-mnima-serei-sempre-pessimista.html' title=''/><author><name>wilson luques costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07979997514121202349</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16270987666000294051'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32277140.post-116895275980399285</id><published>2007-01-16T04:37:00.000-08:00</published><updated>2007-01-16T10:36:47.786-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Alta cultura ou cocô de cabrito?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ontem assisti ao &lt;strong&gt;Roda-Viva&lt;/strong&gt;. Coisa que faço há tempos. Só que no governo &lt;strong&gt;FHC e Lula&lt;/strong&gt; só freqüentaram políticos naquela cadeira. Por isso dispersei um pouco. Mas ontem estava lá um jovem escritor angolano. Seu nome é difícil de pronunciar. Como ele mesmo disse, é um nome adotado: uma epécie de guerreiro. E posso dizer que gostei da entrevista. É um jovem de 28 anos e de uma maturidade gratificante. Estava bem calmo e com respostas bem eqüalizadas. Foi um programa gostoso de assistir. Esteve em Parati na &lt;strong&gt;Flip&lt;/strong&gt;. Morou em Portugal, onde fez sociologia. Conheceu o Brasil através de nossas novelas, &lt;strong&gt;Roberto Carlos&lt;/strong&gt; etc. E é isso que quero comentar. Lá entrevistando estava o jovem crítico literário &lt;strong&gt;Manuel da Costa Pinto&lt;/strong&gt;. E eu gostaria de fazer esse paralelo. Percebe-se nitidamente pela fala do &lt;strong&gt;MCP&lt;/strong&gt; um tipo de aversão a toda cultura popular. Parece-me que tenta advogar a alta cultura. E é nisso que falha a meu ver. Tentou fazer perguntas sobre os mulatos - e aí uma voz em off dizia (mestiços) rs --- e depois o jovem angolano na sua resposta dizia: mulatos. Mas quero falar da ressalva que o &lt;strong&gt;MCP&lt;/strong&gt; fez quando o escritor citou &lt;strong&gt;Roberto Carlos&lt;/strong&gt; e uma das &lt;strong&gt;novelas brasileiras&lt;/strong&gt; que foram uns dos seus primeiros contatos com o Brasil. E o crítico disse mais ou menos assim: ainda bem que teve contato com &lt;strong&gt;Graciliano, Clarice&lt;/strong&gt; etc - desdenhando e excetuando obviamente &lt;strong&gt;Roberto Carlos&lt;/strong&gt; e as &lt;strong&gt;nossas novelas&lt;/strong&gt;. Eu mesmo não gosto de muitas coisas do &lt;strong&gt;Roberto Carlos&lt;/strong&gt; e também não assisto às novelas - mas achar que certos tipos de cultura estão acima do babado é não querer se universalizar no tempo. A coisa universal é esse modus vivendi. Por isso as pessoas adoram&lt;strong&gt; as novelas e Roberto Carlos&lt;/strong&gt; - porque têm uma universalidade muito maior do que um cara aí intectualizado. &lt;strong&gt;Tolstoi &lt;/strong&gt;fala de seu povo. Os mujiques. &lt;strong&gt;Roberto Carlos&lt;/strong&gt; canta o amor. As novelas fazem um documentário de nossas vidas cotidianas. Será que esses autores sobre os quais ele faz o devido elogio teriam essa capacidade de transpor fronteiras e mostar o nosso verdadeiro Brasil? Sei também que esse não é o objetivo de nossa literatura. Mas cá pra nós: o buraco é muito mais embaixo. E é nisso que notamos ainda uma certa inexperiência em suas inserções. Tem a mídia sob os seus dedos, porque participa ativamente dela - mas ainda lhe falta algo. Falta-lhe ainda um pouco desse nosso Brasil. E tenho dito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# Estive vendo, nesses dias, um pouco de&lt;strong&gt; Roberto Carlos&lt;/strong&gt;. E lá você o vê dividindo o palco com &lt;strong&gt;Tom Jobim, Caetano, Titãs, Erasmo, Milton Nascimento etc&lt;/strong&gt;. Só o &lt;strong&gt;MCP&lt;/strong&gt; é que se envergonha dessa nossa cultura de massa. Vai lá, companheiro, ler a sua poesia contemporânea também chamada por &lt;strong&gt;Alexei Bueno&lt;/strong&gt; de cocô de cabrito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32277140-116895275980399285?l=wilsonluquescosta.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/feeds/116895275980399285/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=32277140&amp;postID=116895275980399285&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116895275980399285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116895275980399285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/2007/01/alta-cultura-ou-coc-de-cabrito-ontem.html' title=''/><author><name>wilson luques costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07979997514121202349</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16270987666000294051'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32277140.post-116889084362841958</id><published>2007-01-15T11:10:00.000-08:00</published><updated>2007-01-16T10:40:20.446-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;VIVA OS OUTROS SUPORTES&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Como muitos sabem: o livro como o conhecemos hoje nem sempre existiu. E não é por isso que deixará de existir num futuro próximo ou longínquo. Que cuidemos das traças, então... E há sempre um questionamento sobre isso e uma preocupação: o questionamento é saber se vão acabar com a cultura... A preocupação é: por que querem destruir o livro? Será que a internet conseguirá substituir o livro? Será que conseguiremos ler um &lt;strong&gt;Goethe&lt;/strong&gt; pela internet sem nos cansarmos sem antes atingirmos a terceira página? E vou confessar também que já tive essa preocupação... Mas vejo que essa preocupação tem menos um cunho de eliminação da cultura e mais uma preocupação com as nossas vaidades... Explico: com o advento do livro surgiu a figura do high brow livresco. Como se escrever um livro nos colocasse num patamar acima dos inúmeros mortais... E é sobremaneira difícil assimilar a idéia de descenso: ´não sou mais um escritor...` E eu que de uma maneira um tanto quanto precipitada também perpetrei dois livros sei o que isso pode representar... Agora quer dizer então que todo mundo pode ser escritor? E é sobejamente sabido que há milhares de blogs na rede... E sempre há e haverá os resistentes - uma espécie de destruidores de automóveis ou telefones do início do século passado --- enjeitam toda a possibilidade de colocar a sua maravilhosa pensata num simples suporte que pode estar estabelecido em menos de três minutos... E o pior é que é gratuito e que o dono desse suporte nem lhe pergunta se tu pertences ou não a uma certa entidade acadêmica -- ou se ganhou prêmios nesses três últimos anos... É clicar e encetar a escritura... E aí você é o novo &lt;strong&gt;Lima Barreto&lt;/strong&gt;...Sinceramente, temos havido tempos imemoriais... Já não é o livro numa relação biunívoca com o autor que unge o escritor... Por mais que resistamos ainda, já temos escritores sem nenhum livro publicado como houve um caso na &lt;strong&gt;ABL&lt;/strong&gt; (parece-me)... Mas não é porque nunca escreveu uma só linha como aquele dito cujo ali citado, não... Não... É o escritor da internet... Escreve e pronto... Se escreve mal ou bem esse é um outro caso... Eu agora mesmo estava xeretando aqui no messenger ao lado aquilo que já tive um dia a intenção de publicar: as trocas de confissões desses mais novos escritores... Iria simplesmente solicitar ao cavalheiro ao lado que imprimisse a cada dia os seus diálogos indecorosos com a sua pivete...Mas vi que não iria fazer nada mais do que mimetizar &lt;strong&gt;Ducahmp &lt;/strong&gt;-- por isso olhei para o lado e de soslaio lhe pedi: por favor, meu caro cavalheiro senhor escritor, queira por gentileza passar-me esse belo cinzeiro... Muito Obrigado... Seu nome: Senhor Antonio João José Silva - um desconhecido qualquer - nenhum livro - &lt;em&gt;impresso -&lt;/em&gt; publicado...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32277140-116889084362841958?l=wilsonluquescosta.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/feeds/116889084362841958/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=32277140&amp;postID=116889084362841958&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116889084362841958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116889084362841958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/2007/01/viva-os-outros-suportes-como-muitos.html' title=''/><author><name>wilson luques costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07979997514121202349</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16270987666000294051'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32277140.post-116878262853739598</id><published>2007-01-14T05:34:00.000-08:00</published><updated>2007-01-16T09:48:52.290-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Ontem assisti ao novo dvd de &lt;strong&gt;Zeca Pagodinho&lt;/strong&gt;. Quando vejo a espontaneidade ali penso: esse mundo me pertence. Não me sinto bem em locais de muita pompa, de falsa espontaneidade. Não gosto de estar em um local onde fico a todo momento me vigiando ou fingindo certa finesse. E esse é o mundo com raríssimas exceções da literatura e das amizades aparentes. Como não faço política tosca de boa vizinhança - aliás esse é o expediente dos incompetentes - que necessitam salvaguardar aquilo que eles mesmos julgam sem uma elevada axia... É o mundo da falsa cordialidade. &lt;em&gt;´Faz aqui pra mim que eu te lavo a mão ali&lt;/em&gt;.´ Sinceramente, e ainda essa turba ignara tem a pachorra de criticar certos políticos brasileiros. E por falar em &lt;strong&gt;Zeca Pagodinho&lt;/strong&gt;, simplesmente gosto demais. Gosto de todas. Mas no dvd gafieira - afora as já conhecidas - gosto da &lt;strong&gt;´quando a gira girou&lt;/strong&gt;´e da &lt;strong&gt;´ratatuia&lt;/strong&gt;´ e aquela que o velho dá um conselho ao novo namorado da filha. Quem julga que nas favelas ou bairros da periferia não existe um determinado sensu moralis engana-se profundamente. São letras simples de pessoas simples que falam de pessoas simples. Sou &lt;strong&gt;Zeca Pagodinho&lt;/strong&gt; sempre e sempre. Sem falar que ainda ouvimos lá &lt;strong&gt;Noel Rosa, Cartola, Monarco da Portela, Miltinho..&lt;/strong&gt;. Só esses burguesinhos de meia tigela para se enxovalharem de nossa lídima cultura brasileira. Sinceramente não troco &lt;strong&gt;ratatuia&lt;/strong&gt; por um &lt;strong&gt;bach&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;beethoven&lt;/strong&gt;... Gosto das coisas que me tocam o coração. E não me venha você, meu filho, me dizer que preciso apurar os meus ouvidos. Não e não... Já ouvi &lt;strong&gt;Cole Porter, Gershwin&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Sinatra&lt;/strong&gt;, e essa turma toda por aí... E ainda por cima toda essa gama... Cada um com a sua... Não é mesmo... Eu fico, por aqui mesmo, com a minha favela...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# E por falar em periferia, saibam que é uma palavra grega. Ou seja: chique demais, não...!?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E essa coisa de periferia já enche os cornos também. Eu chego ao centro de metrô em vinte minutos. Só perto da minha casa há no mínimo três lan houses, bancos, grandes mercados. É claro que não temos o suficiente para irmos a Paris ou London. E pára com essas coisas de falar de cultura de periferia. Se vocês querem saber: dos quatro ou cinco que estudavam grego lá comigo, dois eram da zona leste. Aliás, temos muito mais cultura, porque freqüentamos samba, feijoada, pagode, conversamos com o pedreiro, cabeleireiro, e ainda por cima lemos Derrida, Nietzsche, Cioran, Schopenhauer, Aristóteles, Platão, Goethe, Manoel de Barros, Kaváfis... Por favor, chega, chega... Desse jeiro essa periferia logo logo periphorá...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32277140-116878262853739598?l=wilsonluquescosta.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/feeds/116878262853739598/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=32277140&amp;postID=116878262853739598&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116878262853739598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116878262853739598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/2007/01/ontem-assisti-ao-novo-dvd-de-zeca.html' title=''/><author><name>wilson luques costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07979997514121202349</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16270987666000294051'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32277140.post-116871210670611701</id><published>2007-01-13T10:14:00.000-08:00</published><updated>2007-01-13T10:15:06.730-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Sempre e sempre tive pendor pelos oprimidos. E sempre terei. Mas isso passa léguas de distância das argumentações de pseudos intelectuais que tentam tomar para si esses tais estratagemas. Gosto do ser humano carne, alma e osso. Mas na maioria das vezes desdenho esses tais intelectuais de cathedra. Muitos nunca foram, como sabemos, a uma favela. E nem iriam e nem irão. O que importa para eles é a literatura somente. Na verdade, chego a afirmar, sem infirmar posteriormente, que esses tais intelectuais desprezam tanto e quanto esses mesmos despossuídos na mesma proporção elevada a enésima potência se comparados aos políticos. Os políticos pelo menos foram ou são obrigados por injunções diversas a visitar certos guetos. Já alguns cientistas políticos, sociólogos ou quejandos: jamais. Nem se sentiriam à vontade fora de seus devidos e reluzentes habitats. Por isso ninguém mais acredita em intelectual de burô. E esses caras normalmente querem não sei por que motivo mudar o mundo, como se não estivessem satisfeitos com essas não alterações. Uma porque são os seus beneficiários diretos. Em suma: pequenos- burgueses que detestam viver, vai saber lá as razões. E eu confesso que quase saberia, se eu não me censurasse também nesse exato momento. Por isso precisam, necessitam, de uma válvula de escape para as suas pulsões. E essa vávula de escape é justamente o povo. Enveredei um pouco por isso, para dizer que na minha juventude cheguei a me simpatizar pela esquerda: sierra maestra, mencheviques, havana, nicarágua etc. E isso não quer dizer que não me simpatizaria por esse povo. Mas é porque também não estava contente com a minha vida e foi também uma identificação e uma vávula de escape. Peguei a época da guerra fria e da polarização maniqueísta entre esquerda e direita - ainda não havia essa possibilidade de terceira, quarta via - e pela chamada direita coeva não dava mesmo, senão ficar do lado gauche. Mas penso que hoje a direita mudou e que a esquerda mudou. Tenho colegas que já amaram a esquerda e que hoje sem nenhum pundonor a detestam. E confesso a vocês que eu tentei resistir. Resisti como um amante resiste em admitir que não ama mais a sua mulher, mas que vive lhe enganando. E é o que fiz esse tempo todo. Mas a mim isso se deu mais porque eu ainda não tinha encontrado uma amante para lhe substituir, e o que é pior: ainda não a encontrei. Preferi então ser um solteirão solitário a procura de um novo amor. Um cabra do cabaré. Mas penso que o sistema capitalista seja ainda um pouco mais sistematizado e não contraditório dentro de seus elementos. E advogo aquilo que Adam Smith advogava: a mão invisível. É claro que não sou economista, e que desconheço inúmeras distorções do sistema, bem como as suas escolas: clássica, marginalismo etc... Que para mim não passam de pontos de vista. É claro também que com a grande gama de produtos perdeu-se de uma certa forma no imaginário o que seria hoje um consumo conspícuo, ou uma necessidade primária. Entendo ainda básico ou primário para o ser humano como:comer, beber, dormir, etc... Mas não vou adentrar em assunto que desconheço. Mas vejo uma falha no capitalismo. E essa falha é justamente a propensão ao delito, ao roubo - manetar e não menos manietar a mão invisível de Smith. Querem exemplos? Há vários por aí: posto que o teu funileiro te rouba, posto que o teu mecânico te rouba, posto que o teu livreiro te rouba, posto que o teu pedreiro te rouba, posto que a tua amante te rouba, posto que o teu banqueiro também não menos te rouba... O problema do sistema então seria justamente a ingerência por um capiau qualquer na manus invisible de Smith. Além do equilíbrio entre oferta e demanda - rediviveria aqui ainda o desequilíbrio daqueles que nos querem sempre nos furtar...E tenho dito...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32277140-116871210670611701?l=wilsonluquescosta.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/feeds/116871210670611701/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=32277140&amp;postID=116871210670611701&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116871210670611701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116871210670611701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/2007/01/sempre-e-sempre-tive-pendor-pelos_13.html' title=''/><author><name>wilson luques costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07979997514121202349</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16270987666000294051'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32277140.post-116863168780719198</id><published>2007-01-12T11:52:00.000-08:00</published><updated>2007-01-16T06:00:04.310-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Jardim de Adônis&lt;br /&gt;Literatura, Textos, Fragmentos, outros ainda não catalogados.&lt;br /&gt;Friday, January 12, 2007&lt;br /&gt;Ultimamente, tenho ficado mais tranqüilo. Aliás sempre fui um cara tranqüilo. Mas de uns tempos pra cá mudei eu ou mudou o mundo? Sempre propugnei pelo armistício. Mas chegou uma época que cansei. Mas estou de novo na minha. Vez em quando, alguém - que me julga um garoto prodígio aos 46 anos - pergunta-me se continuo escrevendo. E eu até estranho, porque escrever não é muito comigo. Com o blog, comecei a exercitar essas besteiras. Mas nada que me levará para a ABL ou algum prêmio. Sinceramente, mas não sei por que vivo escrevendo. Tento de uma certa forma divulgar o meu estudo do PZ. Mas não sou filósofo. E é verdade. Não tenho formação em filosofia. Aliás, não sou nada. Não exerço o jornalismo. Como já disse: não sou filósofo. Não sou contista. Romance, talvez, jamais escreverei. Poesia: uma vez ou outra e não julgo nada para ficar. Que rei sou eu, então? Realmente não sei. Como sempre disse: prefiro ser um leitor. Mas tenho também me desiludido. Não há grandes escritores. E os do passado, se você não pegá-los pelos cornos no começo - passou da medida. Sinceramente, acho que certos livros são para determinadas idades. Hoje mesmo estive no servidor público para levar o meu pai para uma consulta. Saí de casa, lá pelas cinco e pouco. Como sempre fiz: coloquei vários livros na mochila. Depois os retirei. Mas tentei levar um em francês que faz tempo que não leio. E percebi que travou. Levei um bilíngue em alemão. E me deu o maior sono. Levo para aprender novos vocabulários. Mas até isso me tem desanimado. Fiquei observando as pessoas chegando. Pessoas simples. Nossa, como há pessoas com problemas. Jovens, idosos, meia-idade. Mas ali lemos o nosso futuro. Na verdade, há um intramuro. E esse mundo ninguém quer ver. Mas é o nosso destino, queiramos ou não. Por isso, ouço a Raquel sempre: carpe diem. Sei que falo sozinho aqui. Não ressoa. Mas eu não sei o que é lamentável: a lamentável cultura do brasileiro com quem tento colocar as minhas idéias -- ou essa derrisão de suportar um babasque como eu... Sinceramente, eu fico pensando comigo: será que eu sou mesmo esse chacrilongo que vai entrar para os anais das maiores besteiras de todos os tempos? Mas sempre faço ressalvar... não se esqueçam que tenho encômios guardados via e-mail de Olavo de Carvalho e outros que já cansei de dizer. Mas as pessoas preferem... Vai, Wilson, pára com esse tosco narcisismo... E é justamente isso que me desanima. Lembro-me de Tosltoi:´há certas pessoas que estão numa floresta, mas não vêem lenha para queimar...´ E tenho dito...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# Certa vez, num colóquio de filosofia pelo Estado, aqui na ZL, argumentei que não tínhamos nenhum filósofo brasileiro. E os devidos correligionários olharam para mim com os olhos esgazeados. E aí nem dei tempo de prosseguirem e coloquei: falem-me desses filósofos brasileiros que colocoram alguma problematização relevante de cunho universal? Continuaram com os olhos esgazeados. E aí eu lhes disse: não confundam ensaístas com filósofos. Continuaram com raiva e com os olhos esgazeados. Mas, infelizmente, a culpa não é minha... Uma coisa é ser formado em filosofia, ou até entender muito de filosofia; outra é problematizar; e esse é o maior problema dos filósofos brasileiros...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem quiser checar, é só consultar no Wikipedia.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32277140-116863168780719198?l=wilsonluquescosta.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/feeds/116863168780719198/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=32277140&amp;postID=116863168780719198&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116863168780719198'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116863168780719198'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/2007/01/jardim-de-adnis-literatura-textos.html' title=''/><author><name>wilson luques costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07979997514121202349</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16270987666000294051'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32277140.post-116862742698819445</id><published>2007-01-12T10:36:00.000-08:00</published><updated>2007-01-12T10:54:34.460-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Fiquei sabendo pela net que hoje faleceu o filósofo brasileiro &lt;strong&gt;Bento Prado&lt;/strong&gt;. É como dizia o poeta &lt;strong&gt;CDA&lt;/strong&gt;:´ é sempre triste, mas não conta pra ninguém.´ A morte de um ser humano é sempre lamentável e não vou discutir, porque palavras serão sempre insuficientes. Somos isso e ponto. Um verbete. Uma lacuna no jornal para pequenas traças. Alguns. Nós? Nem isso... &lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Acostuma-te, amigo, ao anonimato sempiterno do qual sempre foste escravo.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32277140-116862742698819445?l=wilsonluquescosta.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/feeds/116862742698819445/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=32277140&amp;postID=116862742698819445&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116862742698819445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116862742698819445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/2007/01/fiquei-sabendo-pela-net-que-hoje.html' title=''/><author><name>wilson luques costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07979997514121202349</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16270987666000294051'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32277140.post-116854144921508477</id><published>2007-01-11T10:41:00.000-08:00</published><updated>2007-01-12T10:33:57.796-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Poucos sabem, mas em outubro de 2004, quando fui com a Raquel na &lt;strong&gt;UnG &lt;/strong&gt;entregar um cv na esperança de poder lecionar naquela faculdade. Aliás a Raquel fez letras por lá. E se querem saber os preconceituosos: encontrei por lá um dos jovens - além do rafael que conheci no ano passado -  um poeta da melhor estirpe -- já escrevi sobre ele - é só aguardar. Subi lá secretaria. Normalmente somos mal recebidos pelos aspones. Mas não é que depois de a mulher ler um pouco o meu cv convidou-me para dar um tipo de palestra na &lt;strong&gt;UnG&lt;/strong&gt;. Aceitei e propus no outro dia o tema: &lt;strong&gt;O PRECONCEITO NOS INTELECTUAIS. &lt;/strong&gt;Não sabia muito bem o que iria dizer - mas o disse no dia determinado. Se vocês querem saber: salas vazias ou semivazias. Mas para os poucos que tiveram a coragem de me ouvir fundamentei em latim, grego - deitei e rolei. Modéstia à parte: uma aula de primeira. No final, uma menina veio conversar comigo. E não é que ela era filha de grego. Ainda bem que não sou metido à besta. Logo no começo expliquei-lhes que sabia um pouco mais que o instrumental e que cheguei a acompanhar algumas traduções no mosteiro de são bento. Foi um ´tipo´ de maratona do curso de letras. Muitos preferiram um secretário da educação que estava por lá ou como montar iquibana... Certa vez ouvi dizer que num determinado colóquio de Witt, só havia ele, um outro, outro, e um tal Russel. Mas longe, longe de mim, com esses aportes...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32277140-116854144921508477?l=wilsonluquescosta.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/feeds/116854144921508477/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=32277140&amp;postID=116854144921508477&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116854144921508477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116854144921508477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/2007/01/poucos-sabem-mas-em-outubro-de-2004.html' title=''/><author><name>wilson luques costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07979997514121202349</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16270987666000294051'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32277140.post-116852297100538472</id><published>2007-01-11T05:18:00.000-08:00</published><updated>2007-01-11T06:29:37.076-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Em 17 de abril de 2004, fui convidado pelo meu colega &lt;strong&gt;J. Camelo Ponte&lt;/strong&gt; para dar uma palestra no &lt;strong&gt;Unicentro Belas Artes&lt;/strong&gt;. Na verdade, o tema seria sobre o meu livro de contos: como se dá o processo criativo, os insights... Mas como eu já vinha desenvolvendo os meus pequenos estudos sobre o &lt;strong&gt;Paradoxo do Zero&lt;/strong&gt; - e tinha também de uma forma bem canhestra feito alguns testes de resistência -- como por exemplo a não contra-argumentação de gente que se diz conhecedor do babado - resolvi lhe propor um sanduíche - e de permeio falar sobre esse meu estudo. Evidentemente que o público não seria o de especialistas. Mas o meu intuito era o de registrar numa ´&lt;em&gt;fala´&lt;/em&gt; - que certamente seria gravada, fotografada, passada via internet e, depois fiquei sabendo, filmada pela &lt;strong&gt;tv puc-sp&lt;/strong&gt;. Nesse dia, cheguei bem cedo ao &lt;strong&gt;Centro Universitário&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Belas Artes&lt;/strong&gt;. Fui muito bem recebido pelo reitor e por todos de lá. Principalmente pelo &lt;strong&gt;Camelo Ponte&lt;/strong&gt; - que sempre e sempre me incentivou. Devo muitas coisas a ele. Ele é um cara que faz. Já vi gente reclamando. Mas ele é um tipo de &lt;strong&gt;chatô&lt;/strong&gt;. Faz e faz. E pronto. Agora que dedilho essas mal traçadas, estou com a única cópia do &lt;strong&gt;Fórum&lt;/strong&gt;. São quase 20 minutos de minha fala. Não está nada editado. Por isso algumas falhas. Porque fui falando, levantando, sentando. E para quem não sabe, fui falar depois das 15 ou 16 horas. Tinha tido mais de três hipoglicemias, sem falar nas hípers -- por conta da minha diabetes. É óbvio que me alimentei, aliás recebemos um almoço digno de primeiríssimo mundo. Mas nessas ocasiões a diabetes descontrola totalmente. Já perguntei nas Lan Houses e deverei transformar a minha parte em dvd. Vou guardar. Deverei também fazer umas cópias clandestinas e entregar para os que se interessarem, ou até mesmo vender... Vou virar um capitalista, a partir de agora, inescrupuloso... Se eu estiver errado, já estará registrado também... Foi uma tentativa de se fazer filosofia original e brasileira... Mas não acho que é bobagem... Lá na palestra não deu para falar tudo e muitas coisas são só possibilidades do zero mudar de posicionamento... Eu mesmo não advogo muito aquilo... Penso mais no zero como um problema como número natural - é bem mais simples... Como não sei mexer no &lt;strong&gt;YOUTUBE&lt;/strong&gt; também não colocarei lá para as pessoas conhecerem o que eu digo... Mas é muito pouco mesmo... Mas creio que são poucos no Brasil e no mundo que levantaram questões cruciais e de verdade... Admiro todos os intelectuias brasileiros, ou os que se interessam por um pensamento mais diligente - mas são meras opiniões... São compiladores de histórias -- fazem recorte dos fatos e se embasam a partir de então - é bonito - há toda uma oratória, retórica, palavras bonitas, alinhavadas - mas que tentam mais convencer pela estesia, do que pelo questionamento de suas verdades... Eu acho que já passei por isso antes também... Agora perdi todo esse elã... Mas penso que desconhecer o que digo é... mesmo para dizer-me que digo besteiras... É querer saltar no escuro e sem pára-quedas... E tenho dito...Quem se interessar, é só passar um e-mail com um endereço, que eu poderei disponibilizar uma cópia aos colegas...O meu e-mail é: &lt;a href="mailto:wilsonluques@ig.com.br"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;wilsonluques@ig.com.br&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Mais uma vez: estou fazendo a minha aposta com o futuro, quem vai querer me dar o primeiro truco... E tenho mais uma vez dito....&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32277140-116852297100538472?l=wilsonluquescosta.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/feeds/116852297100538472/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=32277140&amp;postID=116852297100538472&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116852297100538472'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32277140/posts/default/116852297100538472'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wilsonluquescosta.blogspot.com/2007/01/em-17-de-abril-de-2004-fui-convidado.html' title=''/><author><name>wilson luques costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07979997514121202349</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16270987666000294051'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry></feed>